Você é uma pessoa quase normal e quase simpática mas ao mesmo tempo extremamente aflitiva. A lembrança da sua mão segurando o meu cabelo e seu nariz contra o meu pescoço me dá um desespero leve, quase como um resquício de uma doença muito antiga que não foi completamente eliminada. É um sopro no meu pulmão, uma batida fora do compasso, quase a morte, mas não é a morte ainda, é só um enjôo, uma dor de cabeça, um arrepio na espinha.
Eu queria colocar meu dedo na garganta e te vomitar completamente, o mais completamente possível.