Minha face dispõe e alavanca
Ventres azuis
Eu quero desconversar desse respingo
Eu quero pâncreas de mim,
por mim, se você quisesse,
Me afinar dessa construção de gramíneas
que desperta sobre os meus
Os teus óvulos são tão cínicos.
Minha pele escorrega, eu entreatos sei
Eu sou raiz, mas se você quisesse,
eu juro,
você me comeria de novo,
E talvez, por que auditiva, meu amor,
o que mais eu poderia
oferecer?
O que mais pode a queda livre suavizar,
se ela não é mais que sono
do que as canções que desamparam
Na tua boca. Na minha perna.
Eu não sei ser bela.
E a minha pele estala.
Eu não quero bebericar, às expectativas
ser entre dócil e elefantíase,
Óleo, mais, adesiva, mais, desodorante, mais
Reivindicada, eu não quero amar.
Eu não quero amor.
Eu quero farfalhar desse asfalto
Como morte, eletricidade, eu tenho insetos
eu escôo.
Você me puxa de volta
eu escapo.
Você me puxa de volta
eu escapo.
Você me puxa de volta
eu escapo.
Eu pergunto, pra ti, pro enfático
Você está falando comigo?
E de novo, eu hidrato, eu empírica
Você está repensando
comigo?
Mas me diz
me diz
me responde por favor.